Novidades da nova casa

11 de outubro de 2017

Há dezessete anos atrás, a quadrilha que me seguia com o intuito de difamar, caluniar, torturar e fazer com que eu não tivesse mais onde morar (e assim fosse embora do serviço público), hoje está fazendo incursões no pequeno conjunto de kitnets onde estou.

Agora as palavras não são mais frases repetitivas, mas ameaças de morte em alto e bom som, mas por trás das paredes (como sempre). Vez por outra, alguém diz por trás da parede: “hoje ele sai!” Referindo-se à minha expulsão do kitnet em que estou. Outras vezes, a frase usada é “Vá embora, negro!”.

Setor Químico da Quadrilha

Não sou bom de química, mas vendo as ações praticadas pela quadrilha ao longo de quase duas décadas, percebi que, além do “boa noite cinderela”, também usam nitrato de oxigênio, gás que provoca sono (não tenho como comprovar) e um gás ácido conseguido com o cozimento de ácido muriático (água sanitária) e cloro (usado em piscinas). Esse último provoca danos intestinais. Outro produto usado é o pó de vidro. Sempre que escuto o som de uma maquita por perto, sei que estão triturando vidro. Há uma voz feminina dentre os integrantes da quadrilha que soltou a frase, em resposta a outro integrante: “eu quero que ele vomite sangue!”. Pode haver um terceiro elemento: uma máquina que emite algum tipo de radiação, a qual provoca dores na pele, mas quando recebe uma proteção reflexiva, parece redirecionar a radiação. Tal como usar o controle remoto apontado para a televisão refletida em um espelho (os raios infravermelhos são redirecionados pelo espelho).

Nova Investida Médica

Recebi, após voltar da licença médica de 90 dias, na qual sofri o atentado mais cruel, outra licença de 30 dias. Mandaram-me com o mesmo questionário para o psiquiatra responder. Parece coisa de cinema. O psiquiatra mostrou-se com o comportamento de quem já sabia o que ia fazer (semelhante a um juiz do qual já se conhece a sentença antes do julgamento). Na rápida conversa, o psiquiatra me perguntou: “você tem algum blog, alguma coisa onde você anote alguma coisa?”. Não me lembro de ter lhe falado sobre esse blog… Enfim, ele pediu pra que eu levasse alguém que possa falar sobre meu comportamento. Falei que já havia feito isso naquele mesmo consultório (levei França e ele não lembrava). No geral, fiquei com uma pulga atrás da orelha.

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Vozes do além se materializando

29 de agosto de 2017

Há dizessete anos atrás, quando a perseguição começou, fui a uma delegacia fazer um boletim de ocorrência de ameaças. Ouvi do delegado que eu estava “ouvindo vozes do além!” Ponto final. Ocorria que na casa do vizinho juntava-se a quadrilha do IFRN para fazer ameaças, contar vantagens, rolar tambor de revólver, prometer que tirariam “esse negro do serviço público em duas semanas“, etc.

Pois bem, agindo como água, venho de lá pra cá na mesma batida. Para onde quer que eu vá, lá vai a quadrilha do IFRN incitar o ódio nos arredores e fazer ameaças. Passei uns dias indo para Canguaretama, distante quase 100 km de Natal. Chegaram ao cúmulo de usar carro de som para dizer que esse “negro tem dinheiro mas ninguém quer.” Foi em Canguaretama, no posto fiscal fechado perto da fronteira com a Paraíba, que as vozes do além se materializaram: sofri um atentado a bala enquanto estava sentado no banco do meio da Kombi. O atirador, ao ouvir o barulho da porta corrediça do carro abrindo, correu por dentro do mato. Eu fiquei procurando o lugar onde o carro tinha sido atingido e o projétil.

Pois bem, recebi um ofício da junta do IFRN para fazer uma consulta ao dr. Francisco Rodrigues para marcar uma nova junta, estando eu de licença médica. Fui ao médico e ao lhes mostrar a materialização da “síndrome da perseguição“, ele reescreveu seu laudo. A seguir fotos do ofício e do laudo.

Ofício recebido.

Laudo do doutor Francisco Rodrigues.

No laudo, o médico é explícito: eu devo ser transferido para outra instituição. O problema é que, anos atrás vieram dois ofícios do IF do Sertão Pernambucano me requerendo e os mesmos foram engavetados pelos que fazem a quadrilha do IFRN. Agora, mesmo com a indicação médica, mesmo com a materialização da “mania de perseguição“, como disse a servidora Telma, creio que ainda tenha muita água pra rolar embaixo da ponte.

Licença médica e bala

20 de agosto de 2017

No dia 14 de junho de 2017, entrei de licença médica, conforme post anterior. Nesses dias registrei alguns eventos importantes, além das noites mal dormidas.

No dia 29 de junho ocorreu uma sucessão de eventos: eu viajei pra Pontas de Pedras, Pernambuco. Lá, quando ia saindo da cidade, ouvi alguém falar claramente de dentro de uma loja de materiais de construção: “Carlos, você tá morto!” Voltei para dormir em um posto fiscal fechado em Canguaretama, RN. Cheguei ainda com sol e fui para uma estrada de terra do canavial próximo. Tomei banho e acabei cochilando. Quando acordei, notei rastros de moto, com duas pessoas em cima (pneu fino, mas bem sulcado – uma 125). Segui o rastro da moto e notei que a mesma tinha vindo de um outro a ponto que costumo ficar. À noite, fui pro posto fiscal fechado. Às 19:00, começou uma iluminação no céu, algo parecido com os holofotes que são usados para indicar local de “rave”. Mas as luzes não vinham de Canguaretama (10 km ou mais), nem de Sagi (+20 km), nem na Pituba (5-8 km). Parecia vir do meio do canavial e apontavam (3 luzeiros), ora para o céu, ora para a Kombi onde eu estava. Ao mesmo tempo, sentia um pó trazido pela brisa. Mas era impossível ser das estradas de barro ou da plantação. Havia chovido muito e, qualquer pó que levantasse vôo seria absorvido pela umidade das plantas e pelo lamaçal das estradas. Ao lado do posto fiscal, tem um restaurante. Jonas é um garçom que me atende sempre que vou lá à tarde ou noite. Nesse mesmo dia, como se quisesse insinuar alguma coisa mas sem coragem de fazê-lo, balbuciou: “Carlos, você é o cara…”.

No dia 15 de julho, ocorreu outro fato estranho. Estava a Kombi estacionada no estacionamento do posto fiscal (redundante mesmo) às 19:00, mais ou menos, quando uma Hilux preta, placa QGE 0670, parou mostrando a lateral a poucos metros da frente da Kombi. Dentro, protegido por película, um canalha gritava ao telefone falando em Kombi, agrônomo. Devo dizer que no local só estava a Kombi (tudo deserto). Liguei a Kombi, acendi o farol alto, apontei em direção a lateral da Hilux e partir pra frente. Ainda tentei tirar uma foto, mas o motorista fugiu é o delay da câmera não permitiu que visse mais que o escuro.

No dia 23 de julho, um ônibus velho, caindo aos pedaços mesmo, passou perto da Kombi com uma batucada. Pensei tratar-se de foliões que iam para o restaurante. Mas não. Eles queriam mostrar para Kombi algum tipo de comemoração (tipo estamos botando pra foder). Como parece terem caído do ridículo feito, foram embora. Logo em seguida, um celta escuro circundou a Kombi e foi embora também.

Finalmente, a cereja do bolo (até agora). No dia 19 de agosto, cerca de 22:30, a Kombi estava estacionada a uns cinco metros do muro do posto fiscal quando um desses covardes veio por trás do posto, passando por uma mistura de matagal e plantação de cana, sem iluminação, e atirou na Kombi em direção a mim. Eu estava na bancada do meio quando ouvi o tiro e o barulho na lataria do carro. Abri a porta deslizante e saí com a lanterna do celular chamando o covarde para o tete a tete. Mas ele se foi na escuridão. Ainda circulei com o farol alto ligado tentando encontrar o canalha no grande pátio do posto fiscal. Voltei para onde o carro estava no momento do tiro e procurei o projétil até encontrá-lo. Agora, uma observação: isso não é fruto da minha imaginação. Note que não foi assalto (o assaltante dessa região vai até a vítima e tira o que a vítima dispõe); foi uma tentativa de assassinato (o covarde atira e foge).

Kombi no local do tiro.

Dano produzido pela bala.

Projétil encontrado após o tiro.

Velha Novidade

14 de junho de 2017

Acabo de chegar de uma junta médica. Há alguns meses quieto, resolveram que eu devia ir à junta. Seria normal se eu estivesse doente, houvesse um motivo razoável para ir. Do nada, fui à junta médica.

Na impossibilidade de conseguir alguma forma de suspensão, consegue-me uma licença médica. Pelo mesmo assunto já houve outra licença. Estranho que eu esteja com incapacidade laborativa quando eu não me sinto assim. Estranho também o fato da última junta médica me pedir um laudo, o qual consegui com o Dr Francisco Rodrigues, que constata normalidade na minha pessoa. Salientando um “leve estresse”.

Laudo sem noção

Ao lado do prédio em que trabalho, um cidadão, servidor (assistente administrativo), fala no telefone sobre alguma coisa relacionada ao caso, alguma coisa sobre matar. Ou seja, antes de chegar, alguém já sabia que eu ia ter 90 dias para tratamento de saúde. Infelizmente não sei o nome do servidor nem pude tirar a foto. Quem sabe numa nova ocasião.

Velhas Novidades de Fim de Ano 2

17 de novembro de 2016

Como disse no post anterior, vou completar o texto com o que já estava esperando. Uma porteira quase repetiu o evento de fevereiro praticado por dois outros porteiros: barrar um táxi que veio especificamente me buscar. O argumento foi o mesmo, aquele de não haver vagas no estacionamento, mesmo sabendo que táxi não usa o estacionamento. A porteira, no entanto, foi mais educada. Ao ouvir o contra-argumento do taxista, permitiu sua entrada. Na saída, eu a chamei de dentro do táxi e expliquei que os táxis que vem me buscar não usam o estacionamento. Ela, novamente, foi educada e disse que pensava que ele ia usar. Relembrando o ocorrido em fevereiro, quando um dos porteiros que barraram o mesmo táxi, e escreveu no seu relatório que eu joguei um cone no meio da estrada de acesso, fui até a guarita e agredi os mesmos verbalmente e ainda os ameacei com um facão, coisas que ninguém presenciou (e olha que tinha gente, inclusive outros terceirizados) nem as câmeras registraram, usei o sarcasmo para ironizar a situação. Disse a porteira, achando que por ter sido educada, teria cérebro, da próxima vez que o táxi ficar bloqueado, não vou trazer um facão, vou trazer uma pistola Desert Eagle, uma metralhadora Uzi e um rolo de barbante.  Resultado: a porteira, que o é por absoluta incapacidade de não sê-lo, foi a polícia fazer um boletim de ocorrência onde diz que eu fazia ameaça a ela.

Só pra raciocinar: se ao falar com alguém, eu disser que vou trazer um molho de capim, não há nenhum indício na frase que eu esteja chamando ele de burro, não há indícios na frase que indiquem o uso do capim, etc. Onde foi que essa porteira achou a dobradiça para afirmar ameaça?

Velhas Novidades de Fim de Ano

4 de novembro de 2016

Hoje é 04/11/2016. Ontem, dia três, recebi um memorando intimação para comparecer segunda, dia 07, em junta médica na reitoria do IFRN. Hoje recebi um ofício para comparecer a uma delegacia de polícia civil.

Todo final de ano as mesmas coisas parecem se repetir. Uma pressão psicológica forçada pelos que se julgam donos dos serviços públicos. Não posso ver de outro jeito, já que há 16 anos tem sido assim.

Depois do dia 10, volto para concluir esse post. Não sei o que estão tramando nem se realmente estão tramando.

Sabotagem na Kombi

23 de maio de 2016

Tenho uma Kombi 2012 que deixo estacionada à noite junto ao portão de entrada do restaurante onde normalmente durmo. Mecanicamente não tem problema, pois é bem mantida. Acontece que bandidos religiosos estão aproveitando a madrugada para sabotar o carro. Hoje, 23/05/2016, tive a comprovação desse fato através do relato do mecânico que a levou para verificar um vazamento de óleo na caixa. O mesmo constatou que foram removidos seis parafusos de sustentação da caixa. Como não coloquei em nenhuma outra oficina, que não a desse mecânico, Patrick, conclui que esses psicopatas fizeram o serviço durante a madrugada no local onde deixo a mesma parada.
Claro que esses doentes, caso se concretizasse um acidente, iriam dizer para o restante dos canalhas: “isso foi um castigo de deus”. Infelizmente, para eles, conto com um cérebro dentro do crânio e desconfio até da minha sombra no escuro.
Como ajo como Niemeyer, sempre em linha reta, pensamento cartesiano, desconfiado de tudo e todos, terão de ser mais ardilosos ainda se desejam me causar acidente. Lógico, eu vou continuar a afirmativa de que nem deus, nem o diabo nem uma quadrilha de cornos cagões e putas de 1,99 me tiram (juntos) do IFRN. Quanto à velha desgraçada, que utilizam como pretexto para praticar crimes contra mim, desejo que esteja do quinto do inferno para dentro.

Evento no IFRN…

26 de fevereiro de 2016

Está ocorrendo no IFRN, nesses dias (até o dia 25/02/2016), é EXPOTEC, uma espécie de feira de ciência temática. Nele se aproveita para fazer a propaganda contra o negão em auto falantes. Os crimes são cometidos e divulgados através de auto falantes.
Um dos ganchos para se instigar o ódio é a morte de mãe do negão.
Para os que não conhecem a história do negão, eu (o negão) repito: espero que a velha desgraçada esteja do quinto do inferno pra dentro.
Só para lembrar: há 16 anos atrás (10 anos antes da velha desgraçada morrer), esses racistas iam me tirar em duas semanas.

Juntada do processo…

17 de fevereiro de 2016

Hoje, 16 de fevereiro de 2016, recebi uma notificação e uma intimação para prestar esclarecimentos sobre a tentativa de barrar um táxi que vinha me pegar dentro do IFRN, como ocorre há 21 anos. O táxi foi barrado pelo simples motivo de vir me pegar. Fui até a portaria e retirei o cone colocado na frente do carro, que já tinha adentrado a via da portaria, e que, ao motorista informar que vinha me pegar, foi barrado. O porteiro ainda tentou argumentar que não havia vagas no estacionamento; o motorista retornou que não ia estacionar, mas pegar um cliente.
Há 21 anos pego táxi no IFRN, nunca foi necessário o táxi ocupar vaga em estacionamento. Durante todo esse tempo, e inclusive nesse mesmo dia (10 de Junho de 2015), vi dois táxis entrarem para pegar seus passageiros (fico sempre olhando pra ver se é o que estou esperando); logo, não há motivos para um que venha me pegar, o sê-lo.
No processo há informação de que eu joguei o cone que colocaram na frente do carro (coisa que não fiz, apenas fastei-o para fora do alcance do carro).
No depoimento, o porteiro que barrou o táxi diz que eu falei que posição dele como porteiro era muito pequena. O que não ocorreu por dois motivos: eles (haviam dois) estavam na portaria (guarita) e eu sequer me aproximei de onde estavam. O segundo motivo é que eu não falo com terceirizado nem pra dar “bom dia” (sei perfeitamente o que se passa na mente desses calhordas – como as declarações feitas nesse processo, onde se pega um ocorrido, se distorce o fato, até que se tranforme em outro).
Outra declaração que NÃO me causa estranheza é a de que já é a quinta agressão a porteiros. Por favor, esclareça as 5 agressões!
A minha kombi também já foi barrada por um dos mesmos cretinos que estavam na guarita e que barraram o táxi. E ela estava perfeitamente identificada. Alguma explicação?
Quanto ao facão, sim. Eu estava cortando uns barbantes que amarrariam uma caixa que seria transportada pelo táxi, quando o motorista desse me ligou. Nesse dia, a única coisa que fiz com ele foi cortar os barbantes.

O Ano Começa com Ameacas

4 de fevereiro de 2016

O Ano de 2016 mal começou e já escuto ameaças de morte. Não sei precisar quem usarão para praticar o crime, mas certamente farão parecer um  acidente. Parece que caminhoneiros estão enganjados nisso. Alguns fazem manobras nas estradas tentando aniquilar a kombi. Várias vezes percebi isso e não posso dizer que tudo foi obra da falta de educação dessa classe.
Hoje, 03/02/2016, bati na traseira de uma carreta que freiou bruscamente na minha frente. Amassou o lado direito do parachoque e rasgou a porta. A situação em que ocorreu o acidente me levou a crer que foi proposital.
Em todo caso, se eu vier a morrer em acidente suspeito, aqueles que investigarem vão encontrar nesse blog dossiê os nomes dos responsáveis pela perseguição.