Velhas Novidades de Fim de Ano 2

17 de novembro de 2016

Como disse no post anterior, vou completar o texto com o que já estava esperando. Uma porteira quase repetiu o evento de fevereiro praticado por dois outros porteiros: barrar um táxi que veio especificamente me buscar. O argumento foi o mesmo, aquele de não haver vagas no estacionamento, mesmo sabendo que táxi não usa o estacionamento. A porteira, no entanto, foi mais educada. Ao ouvir o contra-argumento do taxista, permitiu sua entrada. Na saída, eu a chamei de dentro do táxi e expliquei que os táxis que vem me buscar não usam o estacionamento. Ela, novamente, foi educada e disse que pensava que ele ia usar. Relembrando o ocorrido em fevereiro, quando um dos porteiros que barraram o mesmo táxi, e escreveu no seu relatório que eu joguei um cone no meio da estrada de acesso, fui até a guarita e agredi os mesmos verbalmente e ainda os ameacei com um facão, coisas que ninguém presenciou (e olha que tinha gente, inclusive outros terceirizados) nem as câmeras registraram, usei o sarcasmo para ironizar a situação. Disse a porteira, achando que por ter sido educada, teria cérebro, da próxima vez que o táxi ficar bloqueado, não vou trazer um facão, vou trazer uma pistola Desert Eagle, uma metralhadora Uzi e um rolo de barbante.  Resultado: a porteira, que o é por absoluta incapacidade de não sê-lo, foi a polícia fazer um boletim de ocorrência onde diz que eu fazia ameaça a ela.

Só pra raciocinar: se ao falar com alguém, eu disser que vou trazer um molho de capim, não há nenhum indício na frase que eu esteja chamando ele de burro, não há indícios na frase que indiquem o uso do capim, etc. Onde foi que essa porteira achou a dobradiça para afirmar ameaça?

Velhas Novidades de Fim de Ano

4 de novembro de 2016

Hoje é 04/11/2016. Ontem, dia três, recebi um memorando intimação para comparecer segunda, dia 07, em junta médica na reitoria do IFRN. Hoje recebi um ofício para comparecer a uma delegacia de polícia civil.

Todo final de ano as mesmas coisas parecem se repetir. Uma pressão psicológica forçada pelos que se julgam donos dos serviços públicos. Não posso ver de outro jeito, já que há 16 anos tem sido assim.

Depois do dia 10, volto para concluir esse post. Não sei o que estão tramando nem se realmente estão tramando.

Sabotagem na Kombi

23 de maio de 2016

Tenho uma Kombi 2012 que deixo estacionada à noite junto ao portão de entrada do restaurante onde normalmente durmo. Mecanicamente não tem problema, pois é bem mantida. Acontece que bandidos religiosos estão aproveitando a madrugada para sabotar o carro. Hoje, 23/05/2016, tive a comprovação desse fato através do relato do mecânico que a levou para verificar um vazamento de óleo na caixa. O mesmo constatou que foram removidos seis parafusos de sustentação da caixa. Como não coloquei em nenhuma outra oficina, que não a desse mecânico, Patrick, conclui que esses psicopatas fizeram o serviço durante a madrugada no local onde deixo a mesma parada.
Claro que esses doentes, caso se concretizasse um acidente, iriam dizer para o restante dos canalhas: “isso foi um castigo de deus”. Infelizmente, para eles, conto com um cérebro dentro do crânio e desconfio até da minha sombra no escuro.
Como ajo como Niemeyer, sempre em linha reta, pensamento cartesiano, desconfiado de tudo e todos, terão de ser mais ardilosos ainda se desejam me causar acidente. Lógico, eu vou continuar a afirmativa de que nem deus, nem o diabo nem uma quadrilha de cornos cagões e putas de 1,99 me tiram (juntos) do IFRN. Quanto à velha desgraçada, que utilizam como pretexto para praticar crimes contra mim, desejo que esteja do quinto do inferno para dentro.

Evento no IFRN…

26 de fevereiro de 2016

Está ocorrendo no IFRN, nesses dias (até o dia 25/02/2016), é EXPOTEC, uma espécie de feira de ciência temática. Nele se aproveita para fazer a propaganda contra o negão em auto falantes. Os crimes são cometidos e divulgados através de auto falantes.
Um dos ganchos para se instigar o ódio é a morte de mãe do negão.
Para os que não conhecem a história do negão, eu (o negão) repito: espero que a velha desgraçada esteja do quinto do inferno pra dentro.
Só para lembrar: há 16 anos atrás (10 anos antes da velha desgraçada morrer), esses racistas iam me tirar em duas semanas.

Juntada do processo…

17 de fevereiro de 2016

Hoje, 16 de fevereiro de 2016, recebi uma notificação e uma intimação para prestar esclarecimentos sobre a tentativa de barrar um táxi que vinha me pegar dentro do IFRN, como ocorre há 21 anos. O táxi foi barrado pelo simples motivo de vir me pegar. Fui até a portaria e retirei o cone colocado na frente do carro, que já tinha adentrado a via da portaria, e que, ao motorista informar que vinha me pegar, foi barrado. O porteiro ainda tentou argumentar que não havia vagas no estacionamento; o motorista retornou que não ia estacionar, mas pegar um cliente.
Há 21 anos pego táxi no IFRN, nunca foi necessário o táxi ocupar vaga em estacionamento. Durante todo esse tempo, e inclusive nesse mesmo dia (10 de Junho de 2015), vi dois táxis entrarem para pegar seus passageiros (fico sempre olhando pra ver se é o que estou esperando); logo, não há motivos para um que venha me pegar, o sê-lo.
No processo há informação de que eu joguei o cone que colocaram na frente do carro (coisa que não fiz, apenas fastei-o para fora do alcance do carro).
No depoimento, o porteiro que barrou o táxi diz que eu falei que posição dele como porteiro era muito pequena. O que não ocorreu por dois motivos: eles (haviam dois) estavam na portaria (guarita) e eu sequer me aproximei de onde estavam. O segundo motivo é que eu não falo com terceirizado nem pra dar “bom dia” (sei perfeitamente o que se passa na mente desses calhordas – como as declarações feitas nesse processo, onde se pega um ocorrido, se distorce o fato, até que se tranforme em outro).
Outra declaração que NÃO me causa estranheza é a de que já é a quinta agressão a porteiros. Por favor, esclareça as 5 agressões!
A minha kombi também já foi barrada por um dos mesmos cretinos que estavam na guarita e que barraram o táxi. E ela estava perfeitamente identificada. Alguma explicação?
Quanto ao facão, sim. Eu estava cortando uns barbantes que amarrariam uma caixa que seria transportada pelo táxi, quando o motorista desse me ligou. Nesse dia, a única coisa que fiz com ele foi cortar os barbantes.

O Ano Começa com Ameacas

4 de fevereiro de 2016

O Ano de 2016 mal começou e já escuto ameaças de morte. Não sei precisar quem usarão para praticar o crime, mas certamente farão parecer um  acidente. Parece que caminhoneiros estão enganjados nisso. Alguns fazem manobras nas estradas tentando aniquilar a kombi. Várias vezes percebi isso e não posso dizer que tudo foi obra da falta de educação dessa classe.
Hoje, 03/02/2016, bati na traseira de uma carreta que freiou bruscamente na minha frente. Amassou o lado direito do parachoque e rasgou a porta. A situação em que ocorreu o acidente me levou a crer que foi proposital.
Em todo caso, se eu vier a morrer em acidente suspeito, aqueles que investigarem vão encontrar nesse blog dossiê os nomes dos responsáveis pela perseguição.

A Quadrilha Continua

30 de janeiro de 2016

Outro dia tive que liberar a entrada de um táxi que veio me buscar no IFRN ao meu modo: na marra. Mandaram que eu fosse as SIAS (um serviço de saúde do servidor, que na verdade faz parte da estrutura de escravismo do serviço federal). Depois da avaliação fui dispensado (porque levei o taxista que foi barrado porque ia me pegar).
Mas não houve afrouxamento por parte da quadrilha. Agora uns até simulam que vão jogar o carro contra o meu. Tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. 2016, 16 anos de perseguição racista e covarde.
Como já disse, nem Deus, nem Diabo, nem racista cagão, nem puta de 1,99 me tira do IFRN.

Manipulação – Todos contra Um

10 de novembro de 2015

Há alguns anos atrás,  por volta de 2000, iniciou-se em minha vida uma nova fase da perseguição que começou em 1995. Se antes era velada, agora tornou-se pública e notória. Nessa época, um certo Alex (não sei o sobrenome) que trabalhou na campanha de Vilma de Faria para governadora como marketeiro boca a boca, deixou escapar frases de como manipulava eleitores usando 10 pessoas que simulavam discussão ou repetiam o mesmo discurso sobre determinado assunto (não todos ao mesmo tempo, mas aos poucos). É um tipo de manipulação de massas na qual se coloca pessoas (uma ou duas) para falar sobre determinado assunto ou pessoa junto a um grupo de incautos (as manipuladas). Simula-se até mesmo discussão onde um dos vetores da manipulação é contra e outro a favor do assunto em questão e o vencedor da discussão é aquele para onde se deseja jogar a opinião do grupo de manipulados.

Anos depois, por volta de 2003 – 2004, Auridan Dantas de Araújo, entre tantas outras frases, soltou a seguinte “…a gente faz como o matuto, começa pelas beiradas”. Realmente, assim acontece com a manipulação em massas do tipo boca a boca. Sendo o alvo (eu) um ponto central, parte-se em círculos em torno desse ponto até o raio ser o menor possível. Por exemplo, sendo o ponto alvo minha residência, pratica-se a incitação ao ódio contra mim num ponto próximo com a manipulação dos vizinhos mais distantes até chegar aos mais próximos. Como mudei de casa em casa, de bairro em bairro, o modus operandi era sempre o mesmo: um grupo de pessoas (as quais eu não conhecia) faziam a difamação, calúnia, incitação ao ódio, etc. do quarteirão mais próximo até a casa ou apartamento em que eu estivesse.

Outra forma de manipulação de massas é a tortura, principalmente a mental. No meu caso, foi feito com equipamentos eletrônicos que repetiam as mesmas frases ou o mesmo sentido de forma a incitar o ódio e tornar-me, ao mesmo tempo, um coitadinho, que era para baixar a minha autoestima. Os equipamentos, os quais até agora não tive acesso, geralmente reproduzem diálogos se o ambiente for coletivo ou ameaças, se for um ambiente isolado (onde esteja somente eu). As conversas são mais os menos assim: “- aqui ninguém gosta dele!”, “- nossa como é que o coitado vive?”; – esse negro não merece esse cargo!”, “- o que a gente pode fazer? matá-lo?”; “- já fizemos de tudo para tirá-lo, já cometemos tais e tais crimes e esse negro não sai!”, “- isso é um negro sem vergonha!”; e por aí vai.

 Em algum dia entre 2004 e 2005, Auridan Dantas de Araújo também manifestou a seguinte frase dentro do contesto perseguição: “não sei como alguém vive chipado!”. No entanto, não creio que seja esse o caso (eu portar algum chip que não saiba). Por volta de 2010, Telma Lúcia, servidora com a qual tenho pouco contato me perguntou se eu ainda tinha a mania de perseguição e em 2012 queria que eu procurasse um psiquiatra porque eu estava ouvindo vozes. Eu nunca disse a ninguém que estava ouvindo vozes (como ela sabia?). Entre 2012 e 2013, eu respondi a uma das frases ouvidas (depois de passar vários dias ouvindo) no NUPS. O professor Natércio Dias de Holanda, não se conteve e, de sua cadeira, replicou “eu sabia que ele escutava”; ele estava se referindo ao fato de estar ouvindo as mesmas frases e não perceber que até o momento eu não tinha manifestado nenhuma reação aparente. Entre 2014 e 2015, Geraldo Peregrino, recém servidor, que tinha sido bolsista da escola, sugeriu que eu fizesse um concurso noutro canto, pois aqui eu não teria sossego. Como ele é protestante, eu respondi que não cedia um direito meu nem pra Deus.

Outra característica da manipulação/tortura é o criminoso cometer o crime e ao mesmo tempo fingir piedade da vítima. Por exemplo, ao jogar material mal cheiroso dentro da sala onde trabalho, o(s) covarde(s) pronuncia frases que terminam em “tadinho”. Uma forma de tentar subjugar a vítima pela quebra da autoestima.

Diante de todas as evidências, não se trata de esquizofrenia, como queriam alguns me imputar (uma vez que não tiraram com difamação, calúnias, torturas física e mental, tiremos por doença, aposentando-o, foi o que pensaram). Trata-se de manipulação de massas e tortura para fazer um negro que não merece esse cargo sair do serviço público. Isso é uma certeza. Mas há outros meios, como uma reunião de protestantes próximo ao local onde moro na qual ouvi o pastor falando desse negro que não merece esse cargo (nunca pronunciando o nome do negro, mas fazendo referência ao local de trabalho, profissão, veículo, etc.). Mais evidência da ausência da esquizofrenia é que quando viajo para outro estado (geralmente Paraíba e Pernambuco), não escuto as “vozes”. Quando coloco fones de ouvido ou tampão de ouvidos, não escuto as tais vozes. Logo, as “vozes do além” como já chegaram a falar, são de origem externa a mim.

Pesquisando há pouco na internet sobre manipulação de pessoas, deparei-me com um artigo que fala de manipulação eletromagnética de neurônios descoberta na década de 1930. Não sei se está técnica está sendo usada comigo. Outra técnica, chamada gatilho, são frases ou palavras que levam, inconscientemente, o manipulado a fazer alguma coisa. Tenho visto muitas frases protestantes nos vidros de carros, mas isso se vê todo dia. Algumas, estranhamente, parecem se dirigir a mim. Pode ser somente impressão ou não.

Quando a perseguição começou, houve uma pesquisa por parte dos perseguidores para saber se eu era rico. Um prazo de 2 semanas foi estipulado para me tirarem do IFRN. Tanto os manipuladores quanto os manipulados se comportam como animais (lógico que os manipuladores são psicopatas). Ao mesmo tempo sem coragem para agir de forma direta (sempre se escondendo atrás de alguém ou alguma coisa). Inicialmente, a ideia era me tirar da então ETFRN através do cerceamento ao meu direito de trabalho. Ao infringir humilhação, os canalhas tentaram me tirar pela vergonha que eu poderia ter dos crimes por eles cometidos contra mim. A frustração está no fato que de que sendo só, não dependendo de ninguém (às vezes outras pessoas dependem de mim), eu continuo. Os crimes são irreversíveis, minha resistência também. Jamais me subjugarei aos canalhas do IFRN.

A Conivência do IFRN com Crimes Praticados Dentro Dele

9 de outubro de 2015

Em geral, a ignorância leva pessoas a criminalizar a vítima. Uma campanha feita por marqueteiro de ex-governadora mais a ignorância e o racismo, fazem da vítima o criminoso. Mesmo uma quadrilha confessando publicamente seus crimes praticados, o criminoso é a vítima e a vítima o criminoso. Praticam-se, com a conivência e até apoio dos servidores, baluartes da moral (na verdade um bando de corruptos que vivem reclamando da corrupção), todos os crimes possíveis e imagináveis contra o oprimido. A quadrilha formada no IFRN acreditou que infringindo humilhação até o negro sem família ia fazê-lo colocar um saco na cabeça e ele iria embora. Lá no início da perseguição, a quadrilha usava o terrorismo (espalhar na vizinhança que o negro era o que existia de ruim em matéria de crime); assim a população do entorno não iria alugar casa àquele negro. Há alguns anos, a situação mudou (para pior). Os crimes agora envolvem a utilização de “boa noite, Cinderela” (um coquetel de calmantes que é colocado na comida ou bebida da vítima – que no caso é o “criminoso”).

A Covardia é Aliada da Mentira

3 de agosto de 2015

Hoje (dia 03/08/2015), ao chegar no IFRN, o professor Natércio me veio com essa: “Carlos, umas pessoas aqui da biblioteca (que fica anexa à sala onde estou) disseram que sexta-feira passada você disse um monte de palavrão batendo na divisória.” Ora, sexta-feira, estava eu de licença médica (de sete dias). Eu não estava, portanto, aqui. Mas ouve um dia em que bateram tanto na divisória do outro lado que a bolsista peguntou se iam derrubar a divisória. Mas ao responder ao professor citado, eu disse mais: quem havia batido não tinha sido eu, mas o pessoal que estava do outro lado; a hipocrisia já argumentou que talvez reclamassem do som do meu notebook. Fácil de entender: se jogando as batidas na divisória não tenho o resultado que desejo, mudo o prumo da ver se colho alguma coisa. Aí, eu fui para a conivência do mesmo com os crimes cometidos dentro da instituição contra mim. Falei das pessoas da biblioteca que jogavam algo como spray de fedor dentro da sala onde eu estava. “Que spray, Carlos?”. Isso foi o cúmulo! Noutro dia, o mesmo professor entrou silenciosamente na sala quando alguém do outro lado passou a abrir o “spray” por baixo da divisória. O próprio professor me perguntou o que era aquilo. E eu expliquei: “É um spray de urubu que os urubus aqui do lado (biblioteca) jogam aqui dentro.” Ele simplesmente saiu sem dizer uma vírgula. A esse tipo de atitude, professor, eu chamo “calhordice”.

“Ah! Carlos, você deve resolver isso de forma legal, escrevendo uma notificação para a reitoria, …”. Argumentou novamente o professor. Ora, nos três primeiros anos aqui (1995-1998), eu enviei, a cada seis meses, um memorando ou comunicação para a direção explicando que o meu direito de trabalho estava sendo cerceado, eu não tinha cadeira, mesa ou computador para desenvolver sistemas e que os mesmos estavam sendo feitos em casa até altas horas da noite para serem atualizados no dia seguinte nos diversos órgãos da instituição. Nunca meu problema foi resolvido. Pelo contrário, passaram-se mais 17 anos (até agora) de cerceamento ao meu direito de trabalho (crime previsto em lei). Como alguém pode ter a cara de pau de me mandar escrever para qualquer ponto do IFRN informando alguma coisa e esperando que sejam tomadas providências? Só se eu fosse débil.

Para essa gente “boa” o que eu digo é que NEM DEUS, NEM O DIABO, NEM QUADRILHA DE CORNOS CAGÕES E PUTAS DE 1.99 ME TIRA DO IFRN PRATICANDO CRIMES TÍPICOS DE COVARDES. EU NÃO ME CURVO A NENHUM SACO DE MERDA QUE SE ACHE O DONO DO MUNDO.

Tive, nos últimos dias, conjuntivite em virtude de finíssimo pó de cal que jogaram dentro do quarto onde eu durmo. Os canalhas querem me tirar praticando crimes baratos atrás das paredes e argumentando que eu matei minha mãe. Para os que acreditam e para incitar esses debilóides, eu digo que estou rezando para ela estar dos quintos do inferno para dentro e que corno cagão e puta de 1.99 não tira.